sexta-feira, 26 de dezembro de 2014

A RESTAURAÇÃO DE JUDÁ E EFRAIM

A REUNIÃO DE JUDA E EFRAIM


Todavia o número dos filhos de Israel será como a areia do mar, que não pode medir-se nem contar-se; e acontecerá que no lugar onde se lhes dizia: Vós não sois meu povo, se lhes dirá: Vós sois filhos do Deus vivo.
E os filhos de Judá e os filhos de Israel juntos se congregarão, e constituirão sobre si uma só cabeça, e subirão da terra; porque grande será o dia de Jizreel.

Oséias 1:10-11


Na biblia original está Judá e Efraim, como está no livro de Ezequiel, na profecia do vale dos ossos secos.

O exercito de esqueletos imenso que Ezequiel viu simboliza as tribos perdidas de Israel espalhadas no mundo, mas Adonai soprará sobre eles e eles se levantarão num imenso exército, tendo seu DNA restaurado como os esqueletos tiveram seus corpos transformados e foram restaurados.



HOJE MUITAS PESSOAS DISCORDAM DISSO, acham que as tribos perdidas de Israel nunca voltarão, mas Oseias 1 e 11 é mais uma prova do Retorno.

Hoje muitos israelitas das tribos perdidas estão voltando, recentemente voltaram parte de Manassés e Efraim da India.


Milhares estão voltando, mas outros ainda serão trabalhados no DNA  e voltarão.

um grande povo vai se reunir, queira os filhos da serpente ou não.

ninguem poderá impedir a restauração do povo eleito de ISRAEL.


Isso e palavra divina e milhões de anjos estão empenhados que ela se cumpra.
Lutar contra isso é lutar contra o ETERNO.


NINGUEM PODE IMPEDIR O CUMPRIMENTO DAS PROFECIAS NA VIDA DAS TRIBOS DE ISRAEL.

Vivemos a ultima hora, o Apocalipse se aproxima.
Adicionem teus amigos ao TRIANGULO DOURADO, vamos denunciar a conpiração.
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quinta-feira, 25 de dezembro de 2014

UM NOVO COMEÇO, FELIZ ANO NOVO HOSH HASHANA

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Rosh Hashaná: Dia de Novos Começos


Foto Ilustrativa

Edição 85 -setembro de 2014
A Haftará lida no primeiro dia de Rosh Hashaná conta a história de Hanna. Trata-se da história de uma mulher estéril, que se tornou um dos modelos históricos do fervor da oração. Em resposta à sua súplica, do fundo do coração, D’us a fez mãe de Shmuel, o maior dos Juízes, um profeta comparado a Moshé e Aaron.
Shmuel se tornou o líder da nação durante um de seus períodos mais difíceis e ele a trouxe de volta à sua glória anterior. De sua casa em Ramah, ele viajou por toda a Terra de Israel, ensinando, julgando e inspirando. Além disso, foi o profeta que ungiu os primeiros dois reis do Povo Judeu – Shaul e David.
O Livro de Shmuel se inicia com a história de Hanna, mulher de Elkaná. Ela era uma mulher que desejava um filho mais do que tudo no mundo. Mas, há dez anos ela tentava, em vão, engravidar. O Tanach nos conta que Elkaná e sua família costumavam fazer peregrinações a Shiló, onde havia um Tabernáculo, um Mishkan – o predecessor do Templo Sagrado de Jerusalém. O líder da nação, à época, que oficiava nesse Santuário, era Eli, o Cohen Gadol, um dos maiores juízes, sucessor de Sansão. Certa vez, durante uma visita a Shiló, Hanna foi ao Tabernáculo para abrir seu coração a D’us. Eli, oCohen Gadol, estava sentado no umbral da porta, de onde a observava. “Ela estava profundamente amargurada”, conta-nos o Livro de Samuel (Shmuel, 1:10), “e ela orou ao Eterno, chorando muito”. Hanna chorava porque, como ensinam nossos Sábios, os portões das lágrimas nunca se fecham (Talmud, Berachot 32b). E ela faz um voto: “Eterno, Senhor dos Exércitos! Se olhares para a aflição da Tua serva, Te lembrares de mim e não Te esqueceres da Tua serva, e deres à Tua serva um descendente, eu o darei ao Eterno por todos os dias da sua vida...” (ibid 1:11). Hanna prometeu que se fosse abençoada com um filho, ela o dedicaria exclusivamente a D’us. Os Sábios nos dizem que Hanna pediu por um filho que fosse notável por sua sabedoria e piedade.
Eli, o Cohen Gadol, observava Hanna enquanto ela orava. Somente seus lábios se moviam, mas sua voz não se fazia ouvir. Eli, então, pensa que ela estivesse bêbada. Ele fica perplexo com sua conduta – Hanna era uma das mulheres mais justas à época – e ele se volta aos Urim v’Tumimbuscando uma resposta. Urim v’Tumim eram 12 pedras preciosas afixadas no peitoral usado pelo Cohen Gadol, nas quais estavam gravados os nomes das tribos.
De acordo com o Zohar, os Urim v’Tumim eram os Nomes de D’us de 42 e de 72 letras, colocados nas dobras do peitoral, que faziam com que as letras gravadas nas pedras se acendessem sequencialmente, de modo a emitir uma resposta a uma pergunta feita pelo Sumo Sacerdote.
Eli consultou os Urim v’Tumim e quatro letras se acendem:ShinReshKafHei. Eli supôs que as letras soletrassem a palavra Shikorá – bêbada. Mas, na realidade, as letras deveriam ter-se alinhado para soletrar a palavra KeSará – como Sara. As pedras Urim v’Tumim indicaram a Eli que a mulher que estava diante do Tabernáculo era como a Matriarca Sara, que, como Hanna, era estéril e orou pedindo um filho. As quatro letras significavam também Kesherá – ela é digna. O Gaon de Vilna explica que o erro de Eli em ler os Urim V’Tumim indicava que a Divina Providência o havia destituído de Inspiração Divina naquele momento.
Eli disse a Hanna, “Durante quanto tempo você ficará bêbada? Remova esse vinho de seu corpo!” Hanna protesta dizendo que não estava bêbada. “Não bebi vinho nem bebida alguma forte, e derramei minha alma perante o Eterno. Não julgue que Sua serva seja uma mulher vulgar – pois foi movida por muito sofrimento e raiva que falei até agora”.
Eli, que erroneamente atribuíra a Hanna uma conduta imprópria – profanar o Tabernáculo com sua embriaguez – além de acalmá-la, a abençoa. “Vai-te em paz”, diz-lhe. “O D’us de Israel te concederá o pedido que lhe fizeste” (ibid1:17).
O Livro de Samuel nos conta que “Assim a mulher seguiu seu caminho, e comeu, e não mais era triste o seu semblante”. O Maharal de Praga explica que o rosto de uma pessoa é a janela de sua alma: Quando Hanna estava tão amargurada com sua esterilidade, sua infelicidade se refletia em sua face; mas quando recebeu a bênção do maior homem de sua geração, o brilho em sua face fazia transparecer seu júbilo.
Pouco depois a bênção é cumprida. “Elkaná conheceu a Hanna, sua mulher, e o Eterno se lembrou dela. E aconteceu, com a passagem do período de dias em que Hanna concebera, que ela deu à luz um filho. Ela o chamou de Shmuel, e assim disse: ‘Eu o pedi ao Eterno’ ”. Conta o Midrash que Ele a atendeu por causa da fé e confiança de Hanna em D’us (Bereshit Rabah56:2). Nossos Sábios nos ensinam que as bênçãos são difíceis de se cumprir se a pessoa não tem fé n’Aquele que é a Fonte de todas as bênçãos.
Segundo nossos Sábios, D’us “lembrou-Se” de Hanna e ela concebeu em Rosh Hashaná, que é chamado de Yom HaZikaron, o Dia da Recordação. E ensinam que o mesmo ocorreu com Sara, nossa primeira Matriarca – mãe de Yitzhak, nosso segundo Patriarca – que concebeu em Rosh Hashaná. Esses nascimentos, que mudaram o curso da História Judaica, são frequentemente mencionados na liturgia desse dia. Como dissemos acima, a história de Hanna é lida como Haftará do primeiro dia de Rosh Hashaná.

quarta-feira, 10 de dezembro de 2014

a mistica do SHABAT

Dimensões Místicas do Shabat


Foto Ilustrativa

Edição 80 - junho de 2013
“O Eterno fez os céus e a terra, o mar e tudo o que há neles em seis dias e repousou no sétimo dia, e por isso o Eterno abençoou o dia de Shabat e o santificou”. (Exodus 20:8-11)
A observância do Shabat é um dos fundamentos do judaísmo. A santidade do dia e os mandamentos de guardá-lo e honrá-lo são enfatizados ao longo da Torá.  O Shabat desempenha um papel central no relato da Criação do mundo e da outorga da Torá, nos Livros dos Profetas e na literatura rabínica de todas as gerações. Ademais, o Shabat é o único ritual que consta nos Dez Mandamentos e é o mandamento cuja observância é enfatizada o maior número de vezes na Torá.
Os Cabalistas ensinam que a Criação é constituída por três categorias básicas: Olam (mundo), Shaná (tempo) e Nefesh(alma). A santidade do mundo (Olam) está mais concentrada em Eretz Israel, na Terra Santa, particularmente em Jerusalém e em especial no local onde foi erguido o Templo Sagrado. No âmbito do tempo (Shaná), a santidade prevalece no Shabat e nos Yamim Tovim – as festividades judaicas.
De acordo com o judaísmo, a santidade se manifesta no tempo por meio de dias consagrados, seja na semana, no mês ou no ano. O conceito de tempo, conforme a Torá, não é uma passagem linear, e sim, uma espiral, uma hélice, que ascende da Criação. Há, portanto, uma reversão constante a um padrão fundamental, ou seja, um ciclo de tempo que se repete. O que se espera do ser humano é que tal ciclo seja virtuoso e não vicioso – que a hélice ascenda e não descenda. Exemplificando: Rosh Hashaná e Yom Kipur ocorrem todos os anos, no primeiro e no décimo dia do mês de Tishrei, respectivamente, mas espera-se que os seres humanos melhorem de um ano para o outro.
Esse mesmo conceito de tempo se aplica à semana judaica. OShabat, tendo sido criado e instituído por D’us, ocorre toda semana, sem exceção. Mas espera-se que um Shabat seja melhor que o anterior – que, à medida que passa o tempo, os seres humanos se aperfeiçoem e melhorem o mundo.
O ciclo semanal judaico está associado aos sete dias da Criação. Todo dia é, de certa forma, uma recapitulação do que ocorreu no Gênese. Cada dia da semana é, portanto, um modelo que manifesta a qualidade especial de uma das Sefirotemocionais, que são os canais de energia Divinos que criaram e que continuam a criar, incessantemente, toda a existência. O motivo por que o mundo foi criado em sete dias – de fato, a razão por que a semana é constituída de sete dias – é que cada um deles corresponde a uma das sete Sefirot emocionais. Domingo, o primeiro dia da semana judaica, corresponde à primeira Sefirá emocional – Chessed (Bondade, Amor, Atração). Segunda-feira, o segundo dia semanal, corresponde à segunda Sefirá emocional – Guevurá (Justiça, Disciplina, Restrição, Severidade). Terça-feira está associada à Tiferet(Beleza, Compaixão), quarta-feira à Netzach (Vitória, Ambição, Eternidade), quinta-feira à Hod (Humildade, Majestade, Glória), sexta-feira à Yessod (Fundamento, Carisma) e o Shabat, o sétimo e último dia da semana, à Malchut (Realeza, Soberania, Liderança).
Shabat representa, portanto, a manifestação pública do Rei dos reis. O Sétimo Dia é o dia da semana em que a glória de D’us se torna mais perceptível na Terra: é a culminação do processo por meio do qual o Infinito transmite Sua glória das mais altas esferas da existência à nossa.
Todo Shabat é o dia mais sagrado do ano – até mais do que os dias festivos judaicos –, pois é o dia do Rei do Universo. Já os outros dias sagrados do calendário judaico estão ligados ao Povo Judeu: celebram ocasiões especiais ou eventos milagrosos que D’us realizou em nosso benefício. O Altíssimo, de certa forma, se junta a nós para celebrar tais datas, tornando-as “festas para o Eterno” (Levítico 23:4) – dias de comunhão entre os Filhos de Israel e o Eterno. Mas o Shabat, em sua essência, não está ligado ao Povo Judeu: o Sétimo Dia precede a criação física do ser humano. O Shabat é o dia do Eterno, que Ele santificou após ter finalizado a Criação do Universo. Graças a seu grande amor por nós, D’us nos convida para compartilhar Seu dia com Ele. Esse é um dos significados do verso que utiliza linguagem metafórica e antropomórfica para descrever a Criação: “[O Shabat] é um sinal entre Mim e os Filhos de Israel para sempre, pois em seis dias fez D’us os Céus e a Terra, e no sétimo dia, cessou de sua obra e repousou” (Êxodo 31:17).
A própria palavra hebraica Shabat está associada a Shuv, “retorno”, que é a raiz de Teshuvá, que significa o retorno a D’us. Essa associação de palavras revela um dos propósitos fundamentais do Shabat: o retorno à Fonte Primária e Suprema. Pois o Shabat serve para nos lembrar, constantemente, de que foi D’us quem criou os Céus e a Terra e que, portanto, toda a existência pertence a Ele e Dele depende. Esse conceito é elucidado por Rabi Chaim ibn Attar, oOhr HaChaim. Em seus comentários sobre o primeiro Shabatda Criação, esse talmudista e cabalista sefaradi escreve que, no Gênese, D’us criou um Universo que permaneceria em existência por apenas seis dias.


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domingo, 30 de novembro de 2014

ISRAEL, O GRANDE SINAL DO APOCALIPSE


ISRAEL, O GRANDE SINAL DO FIM










O povo de Israel é o grande sinal do fim, o relógio do Eterno, as profecias que apontaram para o retorno de Israel se cumpriram em 1948 com o advento da criação do estado de Israel, desde então os judeus tem se preparado para construir o templo onde as profecias se cumprirão, onde o Anticristo vai reinar e depois de 7 anos o Messias Cristo irá purificar.

A nação de Israel vem sofrendo com o terrorismo, resultado das forças do caos que procuram semear a morte na região, semear a destruição e depois o Anticristo virá trazendo a falsa paz, lançando os fundamentos do governo global. Todos os dias em Israel o relógio do Apocalipse avança, tanto de forma positiva, como de forma negativa, pois Israel quer substituir em breve o dinheiro pelo cartão de crédito, por dinheiro inserido num chip que será o embrião da marca da Besta, do Projeto 666.



Zacarias 9 fala sobre a nação de Israel de forma clara e concisa.






Voltai à fortaleza, ó presos de esperança; também hoje vos anuncio que vos restaurarei em dobro.



Este versículo está falando da restauração de Israel, que eles terão tudo em dobro o que perderam ao longo do exílio de 2.000 anos. Isso em parte se cumpriu quando a nação de Israel prosperou após sofrer com o Holocausto nazista de forma aterradora. A nação israelita está em primeiro em matéria de armamento, tecnologia e na própria agricultura transformando o deserto de Neguev num oásis, exportando frutas e verduras para o mundo todo. A fortaleza simboliza Jerusalém, o versículo está falando da fortaleza dos Jebuseus que Davi conquistou enviando seus homens pela tubulação de água fundando a sua capital, Jerusalém. É uma terra sagrada desde os primórdios, sendo no passado Salém, a terra do Rei Melki Tsedeque, o rei santo segundo as escrituras.





Porque curvei Judá para mim, enchi com Efraim o arco; suscitarei a teus filhos, ó Sião, contra os teus filhos, ó Grécia! E pôr-te-ei, ó Sião, como a espada de um poderoso.




A união de Judá e Efraim ainda não aconteceu, até o momento só retornou Judá formando o estado de Israel junto com a tribo de Levi e parte de Benjamim. Esta profecia se cumprirá quando as tribos de Israel, as 10 tribos perdidas que simbolizam Efraim retornar.

Elas já foram encontradas pelo rabino, grande parte deles estão na região do Afeganistão, passando pelo Paquistão até a Índia e Cachemira. Elas só retornarão após a segunda metade da grande tribulação quando as duas testemunhas, Enoch e Elias, pregar a eles e eles entender que Cristo é o Messias.

Hoje eles são muçulmanos, mas tem vários vestígios que são tribos de Israel e na hora certa despertarão.


A guerra que se manifestará contra a Grécia, simbolicamente, será a guerra descrita em Joel quando Israel expulsará o Anticristo de Jerusalém. A simbologia da Grécia tem a ver com o bode, o bode grego é hoje Baphomets, unindo as ordens ocultas globais que criarão o reinado da Besta.



O bode de Mendes é o símbolo das ordens ocultas globais, da religião dos mistérios. O Anticristo governará amparado por esta religião, mas quando as tribos de Israel despertar elas marcharão para ajudar Judá a expulsar o Anticristo de Jerusalém. Será o início da grande guerra que levará ao Harmagedom.





E o SENHOR será visto sobre eles, e as suas flechas sairão como o relâmpago; e o Senhor DEUS fará soar a trombeta, e irá com os redemoinhos do sul.



Este versículo está falando da ação divina dos anjos pelejando por Israel contra os exércitos do Anticristo que serão milhões. Quando for expulso de Jerusalém o Anticristo reunirá toda a humanidade para marchar contra Israel e então Adonai enviará seus anjos e o próprio Cristo na batalha final, a batalha do Harmagedom, esmagando os exércitos da morte. 

Grande será a destruição, será a maior matança da história da humanidade.

O criador mandará os anjos intervindo com raios divinos eliminando os exércitos da Besta e na batalha final Cristo soprará e com o sopro de sua boca os exércitos da morte serão queimados, a pessoa apodrecerá andando, será o mesmo efeito da bomba atômica, Israel ficará por vários dias só enterrando cadáveres para limpar a terra santa.





O Senhor dos Exércitos os amparará; eles devorarão, depois que os tiverem sujeitado, as pedras da funda; também beberão e farão barulho como excitados pelo vinho; e encher-se-ão como bacias de sacrifício, como os cantos do altar.


Aqui Zacaria mostra Israel comemorando a vitória na batalha do Harmagedom e o templo será purificado. O profeta faz uma analogia com a morte dos exércitos da Besta como se fossem os rituais do Holocausto, é só uma analogia, pois na verdade Israel estará neste período comemorando a vitória sobre a Besta e seus exércitos, uma vitória que será Eterna.





E o Senhor seu Deus naquele dia os salvará, como ao rebanho do seu povo: porque como pedras de uma coroa eles resplandecerão na sua terra.
Porque, quão grande é a sua bondade! E quão grande é a sua formosura! O trigo fará florescer os jovens e o mosto as virgens.




O versículo aponta a glória do reino milenar após a vitória de Israel sobre as nações ímpias, o reino milenar será eterno após o julgamento final. O trigo aqui simboliza a fartura do reino milenar onde a terra produzirá tudo 7 vezes mais, é uma simbologia de fartura e prosperidade. O vinho que tomarão as virgens, vinho ou mosto, simboliza a alegria das nações neste reino, as nações que serão limpas do pecado, purificadas para o Eterno e para seu filho enviado, Yeshua, Jesus Cristo.






Zacarias 9:12-17






O foco final do Apocalipse é tanto a igreja como Israel, mas quando a Igreja subir o foco estará na terra sobre Israel, para as tribos eleitas aceitarem o Messias.





Por isso hoje os sinais do Apocalipse estão sobre Israel, para Adonai preparar o seu povo para o grande dia onde as tribos do Senhor comemorarão a vitória sobre seus inimigos.





Então a terra se encherá de conhecimento e da glória do Senhor...



Isso mostra que Apocalipse leva a humanidade para a glória, não para a destruição como pensam muitos, destruição será apenas para os ímpios que não aceitam o Messias, o Cristo de Deus.

terça-feira, 18 de novembro de 2014

ataque com machado e faca atinge sinagoga em JERUSALÉM

Assista a este vídeo

Jerusalém (CNN) - A sinagoga de Jerusalém passou de um santuário de paz para uma casa de horrores dentro de momentos terça-feira quando dois primos palestinos empunhando uma arma e facas de açougueiro atacados durante as orações da manhã, matando quatro rabinos e um policial.
Caracterizando o ataque como "libelo de sangue" se espalharam por líderes palestinos, o primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, prometeu uma resposta forte para as mortes.
Mesmo como presidente da Autoridade Palestina, Mahmoud Abbas, condenou o ataque, Netanyahu insistiu que "não era suficiente" de uma resposta.
Kerry: Jerusalém ataca uma "atrocidade"
Prefeito de Jerusalém: Critical para buscar a paz
Aftermath de assassinatos dentro sinagoga
Dirigindo-se aos jornalistas na terça à noite, o primeiro-ministro pediu unidade nacional contra "esses animais humanos que cometeram este massacre" e contra aqueles - destacar o Hamas, o movimento islâmico ea Autoridade Palestina - que ele afirma "disseminar difamações contra o Estado de Israel ".
"Há aqueles que desejam nos arrancar da capital, a partir de nossa terra", disse ele, referindo-se a Jerusalém. "Eles não vão ter sucesso ... Temos que unificar as forças."
Netanyahu falou horas após o mais recente ato de violência a afligir a região, desta vez em uma sinagoga na área Har Nof de Jerusalém Ocidental.
Fotos tiradas dentro da casa de culto judaico, e liberado por autoridades israelenses, pintou um cenário sombrio - de corpos sem vida deitado em um chão de um par de óculos quebrado ao sangue aparentemente em toda parte, encharcando livros sagrados, xales de oração e paredes.
As imagens não retransmitir o escopo completo da brutalidade. "Foi muito pior", porta-voz da polícia israelense Mickey Rosenfeld, disse à CNN.
Três cidadãos dupla EUA-Israel e um cidadão britânico-israelense morreram no ataque antes que a polícia atirou e matou os dois assaltantes.
Horas depois do ataque, um policial baleado durante o tumulto, puxando uma mulher para a segurança morreu de seus ferimentos, Racheli Goldblatt, um porta-voz do hospital Hadassah, disse à CNN.
Enquanto os investigadores dizem que a sinagoga foi alvo, Rosenfeld disse que não se sabia se a quatro com dupla nacionalidade foram alvos específicos.
O ataque terrorista - o mais mortífero em Jerusalém desde que um homem com uma arma automática matou oito estudantes do seminário em Março de 2008 - veio em um momento particularmente tenso naquela cidade e da região em geral. Segue-se uma série de facadas mortais recentes e incidentes de veículos que, embora não os atentados suicidas de grande escala que definiram segunda intifada da última década ou os ataques com foguetes a partir de Gaza no início deste ano, deixaram Jerusalém na borda.
Netanyahu explosões 'incitamento' por líderes palestinos
A resposta para o que está próximo veio rapidamente, pois as autoridades israelenses se mudou para o bairro dos atacantes mortos Jerusalém Oriental de Jabel Mukaber demolir suas casas no fim de Netanyahu. Agência oficial palestina Wafa notícias relataram 13 pessoas foram presas, incluindo um guarda al-Aqsa.
Atacantes matar 4 em Jerusalém sinagoga
Obama condena ataque Jerusalém terror
Prefeito de Jerusalém, Nir Barkat - cuja cidade é de cerca de dois terços judeus e um terço árabe - disse que o ataque foi incitado por organizações Hamas e terroristas que usam "rumor e misfacts" sobre os palestinos são tratados na cidade.
Mark Regev, porta-voz de Netanyahu, disse que as autoridades também foram reforçando a segurança em torno de Jerusalém.
"O objetivo é ter certeza de que não há ataques semelhantes", disse Regev.
A guerra de palavras entre os dois lados, entretanto, continuou.
"O (Abbas) não enviar terroristas, ele não estimula diretamente os atos de terror, e isso é bom", disse a Netanyahu, ecoando uma avaliação por um chefe de segurança de Israel. "Por outro lado, a incitação da Autoridade Palestina - e dirige a Autoridade Palestina - e até mesmo algumas coisas que ele diz ... incentivar o terrorismo, em termos de incitamento (de) tensões que correm alto."
Não houve tal equívoco sobre o Hamas, o grupo militante palestino que controla a Faixa de Gaza. Tem sido em desacordo com Israel e também com o movimento Fatah de Abbas, que controla a Cisjordânia.
Hamas não reivindicou a responsabilidade pelo ataque sinagoga, apesar de não se afastar do que quer. Sami Abu Zuhri, porta-voz do grupo, em vez ligado o ataque à descoberta de domingo de ummotorista de ônibus palestina enforcado em seu ônibus não muito longe de onde o ataque de terça-feira ocorreu. (Por sua parte, Netanyahu disse que as reivindicações o motorista do ônibus foi morto eram mentiras e que sua morte foi considerada suicídio.)
Dirigente do Hamas, Ghazi Hamad previu a Al Jazeera Internacional que "não haverá mais a revolução em Jerusalém, e mais revolta."
"O Hamas em geral apoia a acção contra a ocupação", disse Hamad. "O Hamas apoia qualquer ação militar contra a ocupação em qualquer lugar que pode ser realizado."
Reação palestina ao ataque sinagoga
Parando a violência em Jerusalém
Fotos: Monte do Templo local sagradoFotos: Monte do Templo local sagrado
Quatro rabinos mortos
O mais recente exemplo de tal ação veio em 07:00 terça-feira, quando dois homens palestinos entrou em uma sinagoga em um bairro ultra-ortodoxo, onde cerca de 30 adoradores em xales de oração e filactérios estavam fazendo suas orações matinais.
"Eles começaram a atacar os adoradores, apunhalando-os antes de abrir fogo", disse o Ministério das Relações Exteriores de Israel.
Os quatro mortos eram todos os rabinos: Avraham Shmuel Goldberg, 58; Aryeh Kupinsky, 43; Moshe Twersky, 59; e Kalman Levine, 55. Goldberg era um cidadão britânico-israelense dupla, e os outros três eram cidadãos dos EUA-Israel - que é por isso que o FBI está investigando o ataque, de acordo com um oficial da lei dos Estados Unidos.
"Quando quatro grandes homens, homens maravilhosos, sábio no estudo da Torá, são abatidos enquanto orava em público, não há luto público maior do que isso", disse um rabino que elogiou os homens mais tarde terça-feira, antes de seu enterro.
Outras oito pessoas ficaram feridas, incluindo três que foram seriamente ferido e um policial que ficou gravemente ferido, de acordo com o Ministério das Relações Exteriores.
Funcionários no exterior, como secretário do Exterior britânico Philip Hammond condenou veementemente os assassinatos, e embaixador dos EUA em Israel Dan Shapiro chamou de "uma nova baixa bárbaro na história triste e escandalosa de tais ataques."
"Tragicamente, esta não é a primeira perda de vida que temos visto nos últimos meses", disse o presidente dos EUA, Barack Obama depois de condenar "nos termos mais fortes" ataques, segundo ele, eram "uma tragédia" para Israel e os Estados Unidos."Muitos israelenses morreram, muitos palestinos morreram. E neste momento difícil, eu acho que é importante para ambos os palestinos e israelenses para trabalhar em conjunto para reduzir as tensões e rejeitar a violência."
Embora nenhum grupo reivindicou a autoria do ataque, autoridades israelenses dizem que os agressores vieram de Jerusalém Oriental, onde os palestinos podem se mover mais livremente sobre a cidade do que aqueles que vivem em Gaza, que deve passar por postos de controle rigorosas.
Ma'an, uma agência de notícias palestina, identificou os dois homens como Ghassan Abu Jamal e seu primo, Udayy.
Se suas ações eram parte de uma campanha coordenada ou uma represália espontânea, ataque de terça-feira levanta o espectro de ainda mais violência contra os civis.
A mais recente onda começou no início deste ano com o sequestro de três adolescentes israelenses, que foram mais tarde encontrados mortos. Ataques de represália, disparos de foguetes e ataques aéreos de retaliação seguido esse incidente, com mais de 2.000 palestinos e 67 israelenses teriam matado após semanas de combates pesados.
Grande parte da agitação mais recente foi centrado em torno de Jerusalém. Isso inclui a descoberta do corpo de motorista palestino Yousuf al-Ramouni no domingo, no mesmo dia um israelense foi apunhalado com uma chave de fenda perto do centro de Jerusalém .
Na semana passada, a 20 anos de idade foi esfaqueado e morto em Tel Aviv, e três pessoas foram esfaqueados - um fatalmente - perto da entrada de um assentamento na Cisjordânia, o mesmo local onde os três adolescentes israelenses foram seqüestrados.


Da CNN Greg Botelho e Ralph Ellis relatados e escreveu a partir de Atlanta, enquanto da CNN Ben Wedeman relatados de Jerusalém. Da CNN Chelsea J. Carter, Michael Schwartz, Kareem Khadder, Jethro Mullen, Rachel Kitchen, Shimon Prokupecz, Jason Hanna e khushbu Shah contribuíram para este relatório.

http://edition.cnn.com/2014/11/18/world/meast/jerusalem-violence/index.html?hpt=hp_t1

FONTE

CNN

http://edition.cnn.com/2014/11/18/world/meast/jerusalem-violence/index.html?hpt=hp_t1



Ataque com machado e faca em sinagoga de Israel

Quatro israelenses morreram e nove ficaram feridos nesta terça-feira em um atentado contra uma sinagoga em Jerusalém, cometido por dois palestinos, que foram mortos, no ataque mais violento nos últimos anos na Cidade Sagrada, cenário de grande tensão.
Os dois palestinos mortos pela polícia atacaram os fiéis reunidos em uma sinagoga de Jerusalém Ocidental com "machados, facas e uma pistola", segundo a polícia.
O ataque aconteceu por volta das 7h (horário local) na rua Harav Shimon Agassi - próximo da comunidade ortodoxa do bairro de Har Nof.
Após atacarem as vítimas, os dois suspeitos foram baleados por policiais e morreram no local.
Os criminosos, procedentes de Jabel Mukabber, um bairro de Jerusalém Oriental, entraram no momento da oração em uma sinagoga do bairro ultraortodoxo de Jar Nof, em Jerusalém Ocidental, considerado um reduto do Shass, um partido religioso.
Fonte: MSN

http://www.alagoas24horas.com.br/conteudo/?vCod=214110

sábado, 8 de novembro de 2014

O IRAQUE ESTÁ SENDO DILACERADO PELO ISIS

Índices de mortos em ataques em todo o Iraque

Pelo menos 48 mortos em explosões no bairro de Bagdá, cidade central de Ramadi e cidade petrolífera de Baiji xiita.

Última atualização: 08 de novembro de 2014 19:35
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Baiji abriga a maior refinaria de petróleo do Iraque e já havia testemunhado vários ataques [Reuters]
Dois carros explodiram em ataques separados no bairro xiita al-Ameen sudoeste de Bagdá, matando sete pessoas e ferindo outras 21 pessoas, informou uma fonte da polícia disse que, como funcionários do hospital confirmou as mortes.
"Um motorista estacionou seu carro e foi para uma barraca de cigarro, em seguida, ele desapareceu. Então seu carro explodiu, matando passantes", disse a fonte policial.
O segundo carro-bomba explodiu ao sul de Bagdá, no bairro xiita de Zafaraniyah, matando cinco pessoas e ferindo outras 15.
Fontes policiais confirmaram dois outros carros-bomba no sábado, um carro-bomba explodiu em al-Sinaá rua no centro de Bagdá, matando dez pessoas e ferindo 27.
No bairro xiita de Sadr, outro carro-bomba explodiu, matando quatro pessoas e ferindo 12.
Outras seis pessoas foram mortas e oito ficaram feridas quando os explosivos foram detonados dentro de uma casa em Ramadi, a oeste da capital.
As autoridades também anunciaram no sábado que um caminhão homem-bomba alvejando comboio de um oficial superior da polícia na cidade de Baiji matou oito pessoas na sexta-feira, incluindo o oficial ranking.
Baiji, abriga a maior refinaria de petróleo do Iraque, está localizada 250 quilômetros ao norte de Bagdá.
O ataque matou policial Geral Faisal Malik, que estava inspecionando tropas na cidade, e feriu pelo menos 15 pessoas, funcionários do hospital e policiais, disse.
Ninguém reivindicou imediatamente responsibilty para o ataque, que vem como ataques aéreos liderados pelos EUA lutar contra o Estado Islâmico do Iraque e do Levante (ISIL), que agora controla um terço do país.
Na sexta-feira, o presidente dos EUA, Barack Obama autorizou o envio de até 1.500 mais tropas americanas para reforçar as forças iraquianas, inclusive na província de Anbar, onde lutar com ISIL tem sido feroz.
O plano poderia aumentar o número total de soldados norte-americanos no Iraque para 3100. Existem hoje cerca de 1.400 soldados norte-americanos no país, fora do 1600 previamente autorizado.

http://www.aljazeera.com/news/middleeast/2014/11/several-killed-attacks-across-iraq-20141181258205876.html