O tempo passou e Michele
começou a ver em holografias estas raças. Viu as raças arianas que vivem no
cosmos e os amarelos de olhos puxados que também compõe muitas raças. Ela viu
os aliens humanos de crânios alongados e os que têm 6 dedos em cada mão. Ela
viu os humanos gigantes que vinham dos super planetas tendo mais de 6 metros de
altura e uma raça humana muito pequena, tendo apenas 35 centímetros, vinda de
um planeta anão.
Michele também viu
humanóides e entendeu que os Anunakkis apesar de serem híbridos são
considerados humanóides, pois o número de DNA reptiliano neles é bem maior do
que nas raças humanas misturadas com reptilianos.
O hibridismo no ser
humano ainda o torna humano, ele é registrado como humano, já no caso dos
Anunakkis são humanóides.
O corpo dos Anunakkis é
deformado de uma forma grotesca como o Faraó Akenatom no Egito que certamente devia ser um
Anunakki.
Michele viu tudo
aquilo, mas o que queria era sair dali. As vezes ela sentia fome e sede, mas
depois sumia, ela começou a pensar que estava num campo dimensional de tempo
zero onde o tempo não passava, por isso apesar de aparentar sentir fome e sede,
seu corpo estava hibernando, ela não sentia necessidade real daquilo.
O fato de possivelmente estar num
campo de tempo zero deixava ela ainda
mais desesperada, pois temia não sair mais dali. Ela sabia por telepatia
que estava em algum lugar da Romênia, mas que os escorpiões através da magia
tinham curvado o espaço naquele local criando um portal de tempo zero.
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